O lago encantado


A exatamente dois anos Asheley não imaginava que com um amor eu seria capas de mudar tanto assim.

26/05/2009 06:55am
A mãe de Asheley à chama para levantar, pois teriam uma longa viagem ate a casa de seu pai no Arizona. Ela ia passar as ferias lá mais não estava com muita vontade de ir, desde que o pai foi embora para se casar com outra mulher ela simplesmente detestava ele. E para ela ir pra lá ficar um mês era terrível.
- Mãe me deixa em paz - disse Asheley para sua mãe - eu não vou a lugar nenhum.
- Você não tem que querer, já disse você vai.
- Que saco - disse Asheley se levantando da cama e indo para o banheiro.
- Não demora, ainda temos uma viagem longa até Kingman.
Kingman é uma pequena cidade, no deserto de Mojave, Arizona, há um aeroporto que foi palco do fim de grande parte dos bombardeiros que massacraram os países do Eixo na Segunda Guerra Mundial. No condado de Mohave são apenas 371 hab./km².
Em seus pensamentos Asheley se perguntava por que a mãe a odiava tanto. Essa seria a única explicação por ter q estar ali.
- Asheley é bom você se comportar, e tratar seu pai com respeito.
- Porque? Ele não tinha ido embora? Ele não se preocupou comigo quando saiu de casa! - disse Asheley com arrogância.
- Minha filha ele teve os motivos dele.
- Isso não interessa!
- Olha como você fala comigo menina.
Ai que raiva estava tudo uma droga, eu estava sendo obrigada a ir para um lugar aonde não queria e ainda minha mãe não parava de me encher. Meu irmão mais novo estava lá traz desenhado, o nome dele é Antonie ele tinha 9 anos e eu gostava dele apesar de brigarmos o tempo todo eu o amava.
Algumas horas depois chegamos, Asheley devia confessar lá era lindo tinha um lago grande, com pinheiros em volta. A ponte passava por cima do lago que ficava bem na entrada da cidade, a cidade tinha algumas lojas e bares, não demorou muito para chegar na casa de seu pai que ficava próximo ao lago. A casa não era muito grande mais devia ter uns quatro quartos, ele era violeta por fora. Papai nós esperava na porta, fazia tanto tempo que não o via estava diferente parecia mais velho, os cabelos estavam quase todos grisalhos e tinha rugas que demonstrava que os dias não estavam muito bons para ele. Eu tinha uma magoa  por meu pai ter ido embora de casa, eu tinha 13 anos foi bem triste para mim e para meu irmão,  mais não gosto muito de lembrar.
- Daiane, quanto tempo não nos vemos? - papai disse.
- Ah, um bom tempo não? - mamãe disse.
- Sim, sim você linda como sempre - papai estava carinhoso como sempre, Antonie desceu do carro correndo em direção a ele.
- Papai! - gritou.
- Antonie, como você cresceu! - e pegou ele no colo.
Desci devagar do carro, não queria realmente estar ali...mais ninguém me entendia.
- Asheley! Como você está linda, como cresceu! - disse ele abrindo os braços para mim.
- Oi! - deu um sorriso amarelo e cruzou os braços. Ele abaixou o braço e olhou para minha mãe com cara de  bobo.
- Entre, vamos conhecer a casa? Megan esta nos preparando bolinhos.  Susan está ansiosa para te conhecer Asheley. - "que legal" pensei.
A casa lá dentro era bonita, os moveis eram todos combinando com as pinturas, Megan tinha um bom gosto. Ela estava colocando os bolinhos na mesa e uma menina que provavelmente seria a Susan trazendo suco.
- Olá! - disse Megan. E deu um beijo na bochecha de mamãe, apesar de tudo mamãe e Megan se davam bem, mamãe tinha aceitado bem toda aquela situação. Deu um beijo em susan também, ai de repente desceu um garoto da escada, ele estava sorrindo.
- Oi pessoal.
- Esse é o Geoge, sobrinho de Megan. - Ele era lindo cabelos pretos bagunçados, e olhos castanhos, o corpo bem exuberante, e o sorriso encantador.
- Esses são meus filhos Asheley e Antonie, e essa é Daiane. - disse papai.
- Olá. - Disse Susan e George ao mesmo tempo.
- Oi - disse Antonie - cara aqui é muito legal, é aquele lago. Muito maneiro. - Todos riram manos Asheley.
- Oi -  disse seco e não falou mais nada. Eles começaram a conversar depois disso, Megan mostrou à ela aonde era o quarta ao qual elas dividiriam.
- Esse e é o quarto - o quarto era todo rosa com desenhos de bonecas , parecia de uma garotinha de 8 anos não de uma de 16 - você pode dormir em cima se quiser - disse apontando para a beliche .
- Tanto faz!
- Você não gosta de mim? - perguntou ela, fiquei triste por isso, pois não tinha nada a ver com ela.
- Não, não é isso, é que sou assim mesmo.
- Hum.
- Que tal você me levar para conhecer a cidade? - Nem eu mesma acreditei que tinha dito aquilo.
- Ótimo! Vou chamar o George pode? - Ela disse com um sorriso de orelha à orelha.
- Claro, se ele quiser!